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Feb 13, 2012

Alfredo Alves Reinado's Story


Place of origin: Maubessi --- source

Alfredo Reinado (photo: Maubesi blogspot)
Alfredo Alves Reinando was killed in the apparent assassination attempt on President Jose Ramos Horta on 11 February 2008. After the Indonesian invasion, Alfredo and his family fled from advancing attacks. In 1978, at only 12 years of age, he was forced to work as a helper, TBO, for a soldier from Sulawesi. As a TBO he witnessed many military offensives. At the end of the soldier’s tour of duty, he took Alfredo, against his wishes, to South East Sulawesi. Alfredo was sent to school, but the soldier and members of his family often mistreated him. On one occasion after being severely mistreated, Alfredo ran away by bus and then boat to Kalimantan. He worked there for several years until 1986 when he was able to take a boat back to East Timor. He was 19 years of age.

In Dili Alfredo joined the clandestine movement and in 1995 led a boatload of East Timorese refugees to Australia. In Australia he worked in the shipyards in Western Australia, and after the referendum in East Timor returned home. After 2002 he entered the East Timorese military and was appointed commander of the Naval Unit. However, in July 2005 he was demoted because of misconduct and assigned to the military police. In 2006 he deserted to join a group of rebel soldiers who earlier had deserted, and in May 2006 was involved in an attack on Dili. Then followed manhunts, capture, escape from jail and further raids, until he was killed in February 2008, in circumstances which have still not been established.

Feb 2, 2012

OS PROTAGONISTAS DA GEURRA DE MANUFAHI

Amo Belo (foto: FH)
Na guerra de Manufahi foram vários os intervenientes, mas dois foram os protagonistas, quer pela condução das batalhas quer pela influência na história de Timor. Falamos de Dom Boaventura da Costa Souto Maior e de Filomeno da Câmara de Melo Cabral.

1º Dom Boaventura da Costa

Era natural de Same. E era filho de Dom Duarte da Costa e da senhora dona Rosa da Costa Noikerek. Dona Rosa era natural de Viqueque e era irmão do liurai Dom Mateus de Araújo (conforme Mestre António Vicente Soares) A minha opinião é de que Dona Rosa era irmã de Dom Mateus da Costa Rangel Pinto, régulo de Viqueque. Dom Boaventura teve um irmão, Vicente da Costa e duas irmãs: Maria da Costa e Quitéria da Costa.

Boaventura da Costa foi educado na escola das Missões Católicas, em Lahane (Díli). No Relatório sobre as Missões e estabelecimentos de ensino, o então Superior e Vigário Geral das Missões de Timor afirmava que Dom Boaventura “entrou no Colégio da Missão de Lahane em 1895, e foi raptado pelo povo de Manufahi em 1898, por ocasião da revolta daquele reino”. Nesse relatório, o nome dele era: Boaventura da Costa Fernandes.

A GUERRA DE MANUFAHI - Conclusão

Amo Belo (foto AP)
A guerra de Manufahi terminara. Dom Boaventura da Costa perdeu a guerra. Nos redutos de Riac e de Leo-Laco reinava silêncio. A população de Manufahi foi obrigada a sobreviver e a viver em silêncio. Mas palavra “Manufahi” corria de boca em boca por todo o território.

O governador Filomeno da Câmara celebrava a vitória e até permitiu a celebração da festa de corte de cabeças em Díli.

Pela primeira vez na história de Timor deflagrou um conflito de tamanhas proporções. O senhor Réné Pélissier, sobre cujo estudo nos baseámos para escrever breves crónicas afirma que um território de pequenas dimensões como o de Timor Português pudesse causar aos colonizadores tantos e tão difíceis problemas. E para poder dominar a revolta de Manufahi o governo colonial de teve recorrer ás forças regulares do exército e da marinha; às companhias de Moçambique; e teve de mobilizar, no território 6.234 moradores e mais de 108.000 guerreiros alistados em vários arraiais. A campanha dirigida pelo governador durou 221 dias. Filomeno da Câmara ganhou a guerra de Manufahi, mas quem lhe garantiu a vitória foram os Timorenses que formavam 99% do contingente governamental.

A GUERRA DE MANUFAHI – CONSEQUENCIAS DRAMÁTICAS

Amo Belo
(architectsofpeace.org)
Terminada a guerra de Manufahi, o governador Filomeno da Câmara tomou medidas drásticas em relação ao povo de Manufahi.

Dom Boaventura da Costa Souto Maior, régulo de Manufahi foi preso e levado para destino desconhecido. A 18 de Julho 1913, seria destituído de todas as honras: cessa as funções de régulo e perde a patente de coronel. Eram igualmente destituídos alguns régulos seus aliados: Dom Afonso Soares Pereira, rei-coronel de Bubiçuço; Dom Clementino Barreto Pereira, de Ulmera; Dom Miguel de Ermera.

Em Dili, foram presos alguns timorenses implicados na revolta: António de Ataíde, Luís de Ataíde, Manuel Bianco, Marçal Sequeira, Carlos da Costa Ximenes, Domingos de Sena Barreto, José Rafael de Araújo, Hipólito Mariano do Rego, Pio de Ataíde e Francisco do Rego.

As companhias de moradores de Díli, Sica (Colmera), Bidau, Aipelo e Batugadé foram dissolvidas. As companhias de moradores de Manatuto e Baucau foram transformadas em cipaios.

Jan 30, 2012

Alferes Francisco Duarte “O Arbiru” (1862 – 1899) in Atabae


Ceremony of Arbiru 1968/1970
(photo: Norbeto Benigno,  facebook)
Alferes (Sublieutenant) Francisco Duarte “O Arbiru” (the invincible) remains immortalized in the leafy Farol district of Dili in the form of a well-preserved street sign set against the manicured grass of a wellpreserved colonial residence, now Indonesian military squat. But who was Duarte “ O Arbiru”?

Why was this figure memorialized by Portugal? Indeed, why has the memory of this man been preserved? Indeed are Portuguese, Timorese, and Indonesian remembrances of this figure at variance? Or, is his name just another icon left over from history? A Kemak legend retold to the author in trilingual Kemak / Portuguese / English form by Snr. António Luís Mota goes as follows:
Celebration of Arbiru 1968/1970


Bui Cari hatu Bui Cari
Arbiru mate ara lolo
Bui cari hatu Bui Cari
Arbiru tau tuli lolo
Beu beu sala kahi sai
Au eh dale tura Kahi sai
-------------------------
Bui Cari rock Bui cari
Arbiru (the invincible) was gunned down
Bui Cari Bui Cari
Arbiru lost his life
All of a sudden the evil was done
I meant to comfort him, but it was all over

(photo: Norberto Benigno, facebook)
Such was the reputation of this man, at least in Kemak lore, that it was believed that he could only be killed with a golden bullet, and such is how, in this story, he met his end.

In fact Duarte, the “Lawrence of Timor” in official Portuguese military writings, served more than one governor in at least five major military campaigns. Certainly his name became known in the Macau press at the time the great Maubara rebellion ofMay  – July 1893. According to Pélissier’s reading of historical archives, Duarte was believed to have been the real instigator of this affair. Relieved of his position he nevertheless spearheaded subsequent suppression campaigns on the Balibo frontier, at Manufahi in 1895, albeit grievously wounded on October 7, only to recover to return to action in Cotubaba in July 1896 and Lamaquitos in 1897 (Pélissier 1996: 124-6, 129, 140-2, 144-9, 151-2, 154-8, 161-72, 175-7, 186-9, 210, 243). Died in combat on 17 July 1899, Francisco Duarte “O Arbiru” was laid to rest in Santa Cruz cemetery, where his mausoleum remains. Exactly forty years later on 17 July 1959, a stone was erected in his honour at the actual site of his death in Bobonaro.

The monument is duly listed in the Indonesian inventory (Inventarisasi Kesenian, 1978), with Duarte duly recorded as a Portuguese “pahlawan” (hero), albeit obviously not of the Second World War as here stated. But for most Timorese O Arbiru was the name of the small Portuguese ship that tragically and mysteriously disappeared with much loss of life in the Flores Sea in May 1973 while on a mission to Bangkok to requisition rice supplies.

Jan 20, 2012

East Timor's Stolen Children


Written by Citra Dyah Prastuti
FRIDAY, 20 JANUARY 2012

Families seek young taken away during Indonesia's occupation

From his village around 160 km from East Timor's capital Dili, Miguel Amaral recalls the day his 6-year-old son Cipriano was taken away.

"It was 1977 and the Indonesians came in a military helicopter," he says. "We had no warning. We just saw a helicopter flying away with our son in it."

Many of East Timor's missing children have found their way home, but hundred of parents like Amaral are still dreaming of the day they will be reunited with their lost sons and daughters. During Indonesia's brutal occupation of East Timor, some 4,000 Timorese children were taken out of the country by Indonesians.

Cipriano was taken along with his uncle Urbano, where they were held in an orphanage run by the Indonesian military.

"In 1978 the wives of some Indonesian soldiers came to visit," he recalls. "Cipriano was a cute looking boy with white, pale skin and he and another girl were chosen and taken away. He has been missing since."

Jan 18, 2012

A REVOLTA DE QUELICAI (1912)


Enquanto o governo português intensificava as operações na área de Manufahi, eclodia na zona Quelicai e Laga uma revolta que ficou conhecida como a “revolta de Quelicai”. Na verdade essa revolta ocorreu nos sucos de Bolehá ( Laga) e de Lawateri (antigamente pertencia a Kelicai) e Quelicai.

Fontes portuguesas dizem que essa revolta não teve ligação com a grande revolta de Manufahi. E que o motivo principal da rebelião das gentes de Bolehá e Lawateri era o dos impostos e que a revolta ia ser liderada pelo régulo de Vemasse.

Fosse como fosse, no dia 7 de Julho de 1912, o governo mobilizou forças que incluíam marinheiros da canhoeira a Pátria, soldados indianos, moradores dos reinos de Quelicai, Laga, Venilale e Vemasse, Fatumaca e Baucau.

Jan 17, 2012

A GEURRA DE MANUFAHI (continuação)

Os acontecimentos ocorridos nos meses de Maio, Junho Julho de 1912.

Durante os meses de Maio e Junho de 1912, as forças do governo avançavam lentamente sobre o reduto de Cablac. O governador Filomeno da Câmara dirigia as operações. Nesse período o governo dispunha de 21 oficiais, 463 soldados de primeira linha, 597 moradores e 7.757 auxiliares. Estes provinham dos reinos de Fatomasi, Liquiçá, Maubara e Maúbo. Estas forças estavam colocadas á volta de Cablac, e iniciam o ataque no dia 25 ou 26 de Maio.

Mas os manufaistas conseguiram levar melhor sobre os atacantes que foram repelidos. Do alto das montanhas sucediam-se avalanchas de rochas que resvalavam pelas encostas. Os auxiliares retiram-se em debandada deixando dois mortos atrás de si. A 27 de Maio quatro colunas apoiadas pela artilharia voltam ao ataque. Da montanha choviam pedras, rochas, flechas e chumbos. Desta vez, as forças governamentais depois de dispararem 405 tiros nos quais foram gastos 20.000 cartuchos, conseguiram desalojar os “rebeldes”que abandonam o Cablac de Aituto.

Jan 12, 2012

A REVOLTA DE AMBENO (Continuação)

A revolta de Ambeno iniciada pelo régulo Dom João da Cruz Ornai deu-se no dia 22 de Março e não no dia 25, como eu tinha escrito na crónica anterior. Recebia a notícia da revolta em Díli no dia 26 de Março de 1912, o governo decide mandar a canhoeira a Pátria a Oe-Cusse com o objectivo de dominar os revoltosos. Aprontou-se o navio que transportou uma força de 40 soldados moçambicanos e 3 sargentos sob o comando do tenente de infantaria Sérgio Morais e Castro e 31 moradores de Baucau, tendo à frente o alferes Afonso da Costa. Pelas 16.00 horas do dia 28 largava o navio para Pante Macassar.

Em Batugadé, embarcaram o tenente Jorge Figueiredo de Barros, comandante militar de Oe-Cusse, o régulo Dom Hugo da Costa, alguns chineses e 25 moradores, todos fugitivos de Pante Macassar no dia dos ataques dos homens de Ambeno. (Na crónica anterior eu tinha dito que o padre António de Morais também tinha seguido para Batugadé, mas cometi um lapso, afinal ele estava em Oe-Cusse).

Jan 10, 2012

A REVOLTA DE AMBENO (1912)

Por Dom Carlos Filipe Ximenes Belo
(Forum Haksesuk)

Ao mesmo tempo que decorria a campanha contra o reino de Manufahi, no dia 25 de Março de 1912, começava em Ambeno uma revolta chefiada pelo régulo Dom João da Cruz Ornay. Os motivos dessa revolta? Eram vários e complexas. Mas a principal razão era a maneira pouco prudente como foi tratado o régulo de Ambeno pelo comandante de O-Cusse.

Conta-se que o liurai tinha uma irmã que se dizia formosa e prendada pela educação que recebera no Colégio das Irmãs canossianas em Dili. Aconteceu que o sargento dos moradores de Lacló, em serviço em Pante Makasar, apaixonou-se pela irmã do régulo e pediu-lhe em casamento. Dom João Ornay não concordou com essa proposta e, mandou castigar uma criada que servia de intermediária na troca de “cartas de amor” entre a princesa e o sargento. Sabedor do facto o comandante militar chamou ao comando Dom João Ornay e repreendeu-o diante de outros chefes e ameaçando-o com palmatoadas e prisão. “O régulo conservando-se calado, ouviu-o e chorou; levado o incidente ao conhecimento dos demais chefes, deliberaram todos tirar vingança”.

Jan 8, 2012

A GUERRA DE MANUFAHI – 2ª Fase – continuação

A segunda fase ou o segundo período da guerra durou cerca de quatro meses (Fevereiro a Junho).

Os “rebeldes” tinham atacado várias povoações com o intuito de travar o avanço das forças do governo. Nalgumas zonas por eles controladas haviam recolhido mantimentos, bens e gado no alto nas serras (fohon tutun).

O governador Filomeno da Câmara e os seus homens estavam decididos em avançar para Cablac combatendo os rebeldes no seu terreno. Mas devido à configuração do terreno e à existência de vários grupos de rebeldes espalhados pela região, foi preciso fazer primeiro o reconhecimento do terreno. As forças governamentais avançavam para Cablac em três frentes. Da zona Leste, com arrais comandados pelo capitão José Faure da Rosa; da zona oeste, os arraiais sob o comando do tenente António Valente de Almeida; da zona norte, o próprio governo e o seu quartel-general.

Nos dias 28 e 29 de Fevereiro e no dia 1 de Março de 1912, o reconhecimento do terreno foi efectuado pelo batalhão do Tenente Almeida e do padre Manuel Alves Ferreira, missionário de Maubara. Perto de Maubisse, travou-se o combate e uma bala inimiga tirou a vida ao padre Ferreira. O padre expirou às duas de madrugada do dia 2 de Março.

Jan 5, 2012

A GUERRA DE MANUFAHI

PRIMEIRA FASE DA GUERRA

Para a grande revolta de 1911 e 19112, o Régulo Dom Boaventura havia estabelecido contactos com vários reinos: Atabae, Atsabe, Cailaco, Deribate, Ermera, Matata, Punilala, Suai, Leimean, Bibuçuço, Alas, Turiscai, Lequidoe, Raimean, Suai, Cová, etc.

No mês de Janeiro de 1912, várias povoações revoltaram-se abertamente contra o governo. Fontes portuguesas falam de levantamentos em Manucate, Lequidoe, Hatobessi, Fatuboro, Babulo, Tumau, Babulo, Loto-Po, Alas, Leolima, Aituto. Os combatentes de Manufahi e seus aliados, exibiam a antiga bandeira azul branca (da Monarquia portuguesa), ao passo que as forças governamentais exibiam a nova bandeira, verde-rubra, adoptada pelo novo Regime republicano.


A GUERRA DE MANUFHAI (Continuação)

Não foi um mero acaso que os homens de Dom Boaventura mataram o comandante de Same. A morte do Tenente Luís Silva teve precedentes de certa gravidade. Ele era um ríspido que chegou a esbofetear o irmão de Dom Boaventura, o dato Dom Vicente, irmão do régulo. Uma fonte holandesa diz que o oficial português tinha violado a  liurai feto, mulher
Do liurai de Manufahi.

Depois dos incidentes ocorridos na tranqueira de Same no dia 24 e 25 de Dezembro de 1911, o governo português prevendo levantamento dos reinos entrou em preparativos para mais uma campanha contra Manufahi.

Naturalmente do lado dos combatentes de Manufahi já havia muito que os preparativos para a revolta estavam planeados: contacto com os liurais de Raimean, Bubuçuço, Bobonaro, Deribate, etc. Os homens estavam armados com algumas armas de fogo e sobretudo com as chamadas armas brancas: diman (azagaia), surik, catana, flechas, parões, facas, aidona (moca, cacete) etc. Tinham também construído fortificações de defesa nos contrafortes da montanha de Cablac e nas florestas das redondezas de Same. Os locais de guerra mais importantes dos rebeldes timorenses eram as colinas de Riac e de Leo Laco.

Jan 2, 2012

A GUERRA DE MANUFAHI (1911-1912)

Neste mês de Dezembro de 2011, completam-se os cem anos do início do conflito de Manufahi. O começo da guerra de Manfahi teve a sua origem na morte do comandante de Same tenente Luiz Álvares da Silva e de europeus (três militares e um civil) dentro da tranqueira de Same e do comandante e Faturberliu.

Como é que tudo começou?

Em Dezembro de 1911, era comandante militar de Same o tenente Luiz Álvares da Silva; e era régulo (Liurai) de Manufai Dom Boaventura da Costa.

Conta-se que havia vários dias que Dom Boaventura não aparecia no Comando apesar de várias vezes ter sido convocado pelo tenente Silva. Dias antes, o comandante até mandara à casa do liurai (na localidade de Bandeira) um soldado português, velho no Comando, amigo pessoal e compadre de Dom Boaventura. Esse soldado foi retido e depois assassinado.

Sep 5, 2011

Ditemukan Kotak Tua Terkait Misteri Penyaliban Yesus

Otoritas Barang Antik Israel berhasil menyita kotak tua berusia 2000 tahun dengan ukiran pesan di permukaannya. Peristiwa itu terjadi 3 tahun lalu. Namun kotak tua itu ternyata berharga, sebab ditengarai terkait dengan cerita mengenai kematian Yesus.

"Di luar semua keraguan, pesan yang terukir di atas kotak tua itu otentik," kata Yuven Goren, arkeolog dari Tel Aviv University yang memimpin upaya otentifikasi kotak tua berbahan batu gamping dan berhiaskan ukiran bunga roset itu.

Jul 4, 2011

XANANA GUSMAO PERNAH AKAN DIBUNUH


Diambil dari blog Akhmad Kusaeni yang diposting pada tanggal 18 Desember 2007. Sebuah ungkapan sejarah yang penuh makna, membuktikan bahwa tanah sakral Timor Leste melindungi pemimpin yang berjuang dengan hati demi kemerdekaan negaranya, sehingga di saat yang paling sulit, antara hidup dan mati, ada keputusan untuk terus membiarkannya hidup dalam ketakberdayaan. Siapa sangka dalam ketidakberdayaan itu, justru muncul kekuatan di balik penjara yang terus memimpin perjuangan hingga mencapai kemerdekaan melalui jajak pendapat. 

Telusuri ungkapan sejarah berikut, mengenai mati atau hidupnya nasib seorang Kay Rala Xanana.

Oleh Akhmad Kusaeni

Jakarta, 21/12 (ANTARA) – Sebuah keputusan pada saat genting bisa membuat sejarah. Kalau saja Xanana Gusmao saat tertangkap tahun 1992 jadi dieksekusi, mungkin saja Timor Timur tidak pernah lepas dari Indonesia dan “gembong Gerakan Pengacau Keamanan Fretilin” itu tidak menjadi Presiden Timor Leste seperti sekarang ini.

May 12, 2011

Xanana Gusmao: A Hero's Journey

Full name José Alexandre 'Xanana' Gusmao. AKA 'Maun Boot' (Big Brother), AKA 'Katuas' (The Old Man).

Country: East Timor (now Timor-Leste).
Cause: Liberation of East Timor from Indonesian regime.

Background: East Timor is colonised by the Portuguese in the 16th Century. When the Portuguese leave in 1975 it appears the colony might finally gain its independence. But Indonesia invades at the end of the same year. The East Timorese begin a 24-year struggle to liberate their homeland.

Mini biography: Born on 20 June 1946 in Laleia, Manatuto, East Timor, he is the second son in a family of nine children. His parents are teachers. Gusmao is educated at the Jesuit mission of Nossa Senhora di Fatima at Dare in the hills overlooking Dili. After leaving school he works in various jobs in Dili - typist, draftsman, waterside worker and fisherman - before obtaining a permanent position in the public service and continuing his studies. While working as a journalist he takes the nom de plume 'Xanana'. The name will stick for the rest of his life.

East Timor: Geography and the History

Geography

East Timor is located in the eastern part of Timor, an island in the Indonesian archipelago that lies between the South China Sea and the Indian Ocean. East Timor includes the enclave of Oecussi, which is located within West Timor (Indonesia). After Indonesia, East Timor's closest neighbor is Australia, 400 mi to the south. It is semiarid and mountainous.

Apr 11, 2011

Recordando a Procissão do Senhor dos Passos na Paróquia de Motael (Diocese de Díli – Timor-Leste)

 
Um dos momentos mais significativos e luminosos da História da Salvação é a Paixão de Jesus Cristo, ou seja os acontecimentos que marcaram os últimos dias da vida de Jesus, desde a última Ceia até à sua condenação, crucifixão e sepultura.

Caríssimos irmãos: os momentos de sofrimento de Nosso senhor Jesus começam na última ceia: Jesus lava os pés dos seus discípulos, toma o pão nas suas mãos, o abençoa, parte e distribui aos discípulos. Tomando o cálix de vinho, diz: Este é o sangue da nova aliança, que será derramado por vos e por todos para a remissão dos pecados. Neste Gesto cheio de significado e profundidade, Nosso Senhor entrega-nos a sua própria vida, o seu corpo, o seu sangue, toda a sua pessoa.

Para obedecer à vontade do Pai, Jesus ao monte das Oliveiras, fazer a sua oração: Getsémani é o horto das oliveiras, o horto da angústia, o horto do sono dos discípulos. No Getsémani Jesus experimenta quanto é difícil a obediência, a aceitação da vontade do Pai. No Getsémani, os discípulos dormem, enquanto Jesus ora. Os discípulos são incapazes de velar e acompanhar a agonia do Mestre, a sua solidão, a sua aceitação do cálice amargo da Paixão. Entretanto chega um dos seus discípulos, Judas Iscariotes que cumprimenta: Mestre, e dá-lhe um beijo de traição. È terrível sentir-se atraiçoado, vendido por uma migo. Nunca se poderá justificar a primazia do dinheiro sobre a amizade verdadeira, o amor. Judas estava na ceia com Cristo e em companhia dos Apóstolos; ninguém adivinhava o que ia fazer. E saiu para a noite negra da traição. Judas deu um falso beijo para entregar o Mestre, prostituindo o sinal nobre do amor. Beijou para atraiçoar.
 

DOCUMENTO SARZEDAS – 200 ANOS DE EXISTÊNCIA

 
Entre 1512 e1513, Francisco Rodrigues, o jovem cartógrafo português que tinha ido na nau de António de Abreu para descoberta das Ilhas Molucas, fez um desenho das ilhas visitadas, e entre elas aparece o mapa de Timor. Mas não se sabe exactamente o ano da descoberta da Ilha de Timor pelos navegadores portugueses. Sabe-se que em 1514, Rui de Brito Patalim, capitão de Malaca, escrevendo ao rei de Portugal, Dom Manuel I, dizia que Timor era “uma ilha além de Jawa, tinha muito sândalo, muito mel, muita cera”. Em 1522, a nau Vitoria sob o comando do espanhol Juan del Cano, tinha aportado às costas de Timor para a recolha de provisões. O cronista António Pigaffeta fala de encontro dos marinheiros com o chefe de Amaban, na costa norte, e na costa sul, tinham ouvido falar de quatro reis que eram irmãos: os reis de Cabanaza, Suai, Oebich e Likusaen.

Na segunda metade do século XVI, aparecem as primeiras referências sobre Timor nas crónicas dos frades dominicanos. Ao longo do século XVII, eram muitas as descrições sobre o trabalho dos missionários dominicanos em Timor. Basta lembrar a Historia de São Domingos, da autoria dos frades Lucas de Santa Catarina, Luís de Sousa, João dos Santos. Ao longo do século XVII, sobretudo, a partir de 1702, no começo do governo António Coelho Guerreiro, o material escrito sobre Timor era mais abundante. Os relatórios dos governadores eram enviados a Goa em navios que levavam meses até chegar ao seu destino. Porém, até os inícios do século XIX não havia um documento sobre Timor que fosse de uma estrutura bem elaborada.